Mas como tudo - menos certos discos - tem um “lado B”, há um risco nessa imagem.
Afinal, quem joga é o time.
A torcida estimula, aplaude, comemora ou chora. Ajuda o time, mas não participa diretamente do jogo. Muitas vezes se limita a ficar enfurnada nas redes antissociais.
Pois bem: estamos num momento em que a “torcida” precisa entrar em campo e participar diretamente do jogo.
A essa altura do campeonato, isso é o vai garantir a vitória: colocar a classe trabalhadora em movimento, dezenas de milhões de pessoas fazendo corpo-a-corpo, participando diretamente do “jogo”.
Noutros termos: fazer com que o “time de Lula” seja, não apenas quem será votado, mas todas as pessoas que votarão no 13 para presidente.
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