Escrevo às 16h21 de domingo 25 de outubro.
Nos últimos dias, inúmeras pessoas me perguntaram a mesma coisa: “e aí, o que vai dar?”
A todas eu respondi, mais ou menos, a mesma coisa: “vamos ganhar, por um fiapo de votos”.
Para alguns interlocutores, acrescentei: “150 mil votos de vantagem!”
A reação foi variada: alguns se assustaram; outros me acusaram - quase corretamente - de “conta de padaria”; três altos dirigentes praticamente me desenganaram; e um colega chegou a me chamar de “coach motivacional”.
Números à parte, minha resposta decorre de algo óbvio: numa disputa muito dura e equilibrada, o segundo turno será vencido por quem se mantiver mobilizado.
E somos nós que estamos vencendo a batalha da mobilização.
Nesse contexto, o pessimismo e o derrotismo são especialmente daninhos, especialmente quando exibidos por dirigentes.
A prova de que o segundo turno será vencido por quem estiver mais mobilizado e, também, a prova de que estamos na frente e virando, é a onda de agressões; e, principalmente, a sabotagem ao transporte público, que afetou - neste domingo - cidades como Salvador, Teresina e São Paulo, num conluio criminoso entre empresários e prefeitos.
Nós estamos virando, nós estamos ganhando, queremos que o povo vote.
O lado de lá quer impedir as pessoas de votar, porque sabem que estão perdendo.
O que vai prevalecer, o que vai aparecer como retrato final das urnas, depende agora da queda de braço que está em curso no país inteiro.
Cada minuto importa.
Bora Lula!
Vamos vencer!
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