domingo, 25 de outubro de 2026

Virada em 13 x 3 minutos

Escrevo às 16h21 de domingo 25 de outubro.

Nos últimos dias, inúmeras pessoas me perguntaram a mesma coisa: “e aí, o que vai dar?”

A todas eu respondi, mais ou menos, a mesma coisa: “vamos ganhar, por um fiapo de votos”. 

Para alguns interlocutores, acrescentei: “150 mil votos de vantagem!”

A reação foi variada: alguns se assustaram; outros me acusaram - quase corretamente - de “conta de padaria”; três altos dirigentes praticamente me desenganaram; e um colega chegou a me chamar de “coach motivacional”.

Números à parte, minha resposta decorre de algo óbvio: numa disputa muito dura e equilibrada, o segundo turno será vencido por quem se mantiver mobilizado. 

E somos nós que estamos vencendo a batalha da mobilização.

Nesse contexto, o pessimismo e o derrotismo são especialmente daninhos, especialmente quando exibidos por dirigentes.

A prova de que o segundo turno será vencido por quem estiver mais mobilizado e, também, a prova de que estamos na frente e virando, é a onda de agressões; e, principalmente, a sabotagem ao transporte público, que afetou - neste domingo -  cidades como Salvador, Teresina e São Paulo, num conluio criminoso entre empresários e prefeitos.

Nós estamos virando, nós estamos ganhando, queremos que o povo vote.

O lado de lá quer impedir as pessoas de votar, porque sabem que estão perdendo.

O que vai prevalecer, o que vai aparecer como retrato final das urnas, depende agora da queda de braço que está em curso no país inteiro.

Cada minuto importa.

Bora Lula!

Vamos vencer!

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