Nada contra o cidadão aprender a atirar.
Trabalho, transparência e compromisso com a população
Elias Ishy é bacharel em Direito, bancário aposentado e detentor de sete mandatos como vereador em Dourados-MS e, atualmente, pré-candidato a deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
Tem a família como sua base sólida. É casado há 38 anos com a professora Rosana Palhano e, juntos, têm três filhos: Amanda, Bianca e Lucas.
Como cristão, aprendeu desde cedo que é necessário unir a fé e a vida, respeitar o próximo e que, por meio da política, é possível construir um mundo mais justo e solidário, um mundo com "vida em abundância para todos" (Jo 10,10).
Sua trajetória é marcada pela atuação em defesa dos trabalhadores e da população mais vulnerável. No movimento sindical e popular, foi presidente do Sindicato dos Bancários de Dourados e Região e coordenador do Comitê Regional de Defesa Popular.
Na política, Elias Ishy tem seu trabalho reconhecido pela defesa da transparência e da eficiência no uso do dinheiro público. Luta incansavelmente para que todos os serviços públicos sejam ofertados com qualidade, da saúde à educação, da segurança ao transporte.
Ishy ganhou projeção nacional como autor da lei que proibiu as queimadas nos canaviais. Sua atuação também se destaca na defesa da agricultura familiar, da agroecologia e do meio ambiente. Seu compromisso é claro: lutar para que todos tenham saúde, educação, emprego, dinheiro no bolso, comida no prato e alegria de viver.
Carta aos cristãos (2022)
Sou Elias Ishy, alicerçado na caminhada da Igreja peço licença para apresentar a minha candidatura a Deputado Federal e pedir o seu voto, pelos motivos abaixo.
Na Igreja, atuei nas pastorais da juventude, família e saúde, participei do Conselho de Pastoral da Comunidade por mais de 20 anos, fui coordenador Regional das Comunidades Eclesiais de Base, participei da Coordenação Regional dos Leigos, colaborei em várias equipes de formação.
Na Política, entrei motivado pelos documentos oficiais da CNBB e da Doutrina Social da Igreja. Nesta missão, estou como vereador em Dourados exercendo o sexto mandato.
Trabalho inspirado no Evangelho de João (10:10): “Para que todos tenham vida e a tenham em abundância". Assim atuo, principalmente para os que mais precisam, lutando por melhorias na Educação, na Saúde, na Assistência Social, no Meio Ambiente (LS*), pelo fortalecimento da Agricultura Familiar e da Agroecologia. (*LS - Laudato Si' é uma encíclica do Papa Francisco.)
Sou casado há 36 anos com a professora Rosana, temos três filhos: Amanda, Bianca e Lucas. Sou bacharel em Direito, bancário aposentado, vereador e agora candidato à Deputado Federal.
Peço o seu voto! Meu número é 1313
Elias Ishy de Mattos
Carta aos Cristãos (2018
Papa Francisco: "A Política, tão denegrida, é uma sublime vocação, é uma das formas mais preciosas da caridade, porque busca o bem comum". (EG Alegria do Evangelho, 205) (DGAE 2015/201968).
CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil: "É urgente que as dioceses busquem: estimular a participação dos cristãos leigos e leigas na política. Há necessidade de romper o preconceito comum de que a política é coisa suja, e conscientizar os leigos e as leigas de que ela é essencial para a transformação da sociedade. Incentivar e preparar os cristãos leigos e leigas a participarem de partidos políticos e serem candidatos para o executivo e o legislativo, contribuindo, deste modo, para a transformação social" (Doc. 105: Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade, 261 e 263).
Caros Irmãos e Irmãs,
A Igreja faz um apelo aos leigos para que não sejamos omissos diante dos problemas do mundo. Incentiva os Cristãos a participarem de forma ativa na política como candidatos e como eleitores conscientes.
Alicerçado em minha dedicação à igreja, aos movimentos sociais e à política, coloco o meu nome como candidato a deputado estadual. Para isso, peço que conheça a minha trajetória.
Meu nome é Elias Ishy de Mattos, tenho 59 anos, sou casado há 31 anos com a Rosana, temos três filhos. Tive a infância no campo com meus pais e meus 10 irmãos. Batalhei e me formei em Direito, concursado e aposentado por tempo de serviço na Caixa Econômica Federal.
Participo há 39 anos da Paróquia Santo André, em Dourados - MS. Fui coordenador de grupo de jovens e do Conselho de Pastoral. Com minha esposa, fomos formadores das Pastorais da Juventude, da Saúde e da Família. Em níveis diocesano e regional, fomos coordenadores das CEB's e, atualmente, somos membros da coordenação do Conselho de Leigos. Nos Movimentos Sociais, fui presidente do Sindicato dos Bancários e coordenador do Comitê de Defesa Popular.
Sou vereador em Dourados. Na última eleição, fui o mais votado entre os reeleitos, fruto do reconhecimento das pessoas pelo meu trabalho. Entre as várias Leis aprovadas de minha autoria, destaco a que proibiu as queimadas de canaviais, em 2007. Impedi também aprovação de vários projetos de Leis que causariam prejuízos ao município, destacando o que envolvia o contrato milionário de concessão com a Sanesul, em 2015. Realizei dezenas de Audiências Públicas com temas relevantes e apresentei centenas de proposições. Conheça mais sobre minha conduta e o meu trabalho nas redes sociais.
Compromissos:
Atuarei no Estado como sempre atuei em meu município, fazendo um mandato participativo, trabalhando em parceria com os movimentos sociais, as igrejas e demais organizações da sociedade civil.
Juntos, lutaremos:
No combate a corrupção e pela ética na política;
Para que a sociedade participe mais das decisões governamentais;
Para que a educação seja prioridade; por melhorias nas áreas de saúde, segurança, assistência social, cultura, esporte, agroecologia e meio ambiente;
Pelo desenvolvimento econômico do Estado com justiça social e sustentabilidade ambiental.
Minha campanha é feita basicamente por voluntários/as, assim, além de pedir o seu voto, de sua família e amigos, peço também sua ajuda para divulgar a minha candidatura. Você encontra mais informações nos endereços: www.eliasishy.com.br, no facebook.com/eliasishyms ou pelo contato via whatsapp 67 9 9686-9277.
Muito obrigado! Fiquem com Deus. O meu número é 13.234.
Temer - o do PSOL, antes PT, antes PSB, antes PCB, mas sempre um bom comunista - escreveu um “post” na sua conta no “face” atacando o PT.
Texto em debate na direção nacional da tendência petista Articulação de Esquerda (AE), sujeito à alterações.
Oitavo Congresso do PT: pontos para um balanço
1/O Oitavo Congresso do PT aconteceu numa situação politica muito difícil, em parte devido à ofensiva do imperialismo estadunidense e seus serviçais da extrema-direita brasileira; em parte devido à orientação política equivocada implementada por setores do nosso governo e do nosso Partido.
2/O Congresso era necessário exatamente por isso: para debater e aprovar uma inflexão em nossa linha política, para que o Partido esteja à altura da situação política. Isso em grande medida ainda não ocorreu, em parte porque somos minoria, em parte porque outras tendências disputam muito pouco, mas em grande parte porque a tendência hoje majoritária no Diretório Nacional, a “Construindo um Novo Brasil (a CNB) resiste a mudar a linha política.
3/O Oitavo Congresso poderia ter servido para reafirmar de forma consistente a atual linha política da CNB. Mas como é público, esta tendência está profundamente dividida, motivo pelo qual a reafirmação feita é repleta de inconsistências, como se pode constatar por exemplo no debate de várias emendas e em alguns discursos feitos no congresso pelo presidente do Partido.
4/O Congresso poderia ter servido, pelo menos, para “animar a tropa”. Mas como Lula não compareceu pessoalmente no Congresso, não assistimos a animação necessária. Pelo contrário, muita gente da própria CNB saiu do Congresso mais preocupada do que animada.
5/Sobre isso, percebemos dois comportamentos entre os líderes da CNB: i/dizer que o Congresso foi um grande sucesso, numa atitude que - para ser elegante - é negacionista; ii/dizer que o Congresso não deveria ter sido convocado, o que na nossa opinião desconsidera a necessidade de um espaço coletivo de debate e deliberação para armar a militância nesse momento tão difícil.
6/Da nossa parte, fizemos todo o possível para que o Congresso existisse e estivesse à altura deste momento histórico. Por isso, participamos das cinco subcomissões, produzimos propostas, realizamos debates, lutamos para incluir nos documentos aprovados pontos fundamentais como a reforma agrária e a reforma da comunicação, que só entraram no Manifesto aprovado ao final pelo Congresso porque insistimos nisso até o último instante.
7/Qual foi a atitude de outros setores do Partido? Em alguns casos foi a omissão, noutros casos o silêncio obsequioso. Poucos fizeram como nós, que ajudamos a garantir o pouco de debate que houve neste Congresso, que ao fim e ao cabo foi um Encontro, não um verdadeiro Congresso.
8/Foi prometido que o Congresso terá, em 2027, uma segunda etapa. Defendemos que precisa ocorrer um verdadeiro Congresso, composto por delegados e delegadas eleitas em 2027, num novo debate na base, onde seguiremos na defesa do socialismo, de uma inflexão na estratégia e na linha política do Partido, de mudanças no nosso funcionamento organizativo, na reconstrução de nossas relações com a classe trabalhadora.
9/A direção nacional da AE produzirá, nos próximos dias, um balanço detalhado, incluindo: i/o que ocorreu desde a reunião do Diretório Nacional dia 6/12/25, que convocou o Congresso; ii/a reunião do DN de 23/4/26, que alterou a pauta do Congresso; iii/o ato de abertura do Congresso; iv/a discussão na comissão de sistematização; v/a plenária de votação no sábado; vi/o ato de encerramento; vii/as atividades paralelas, com destaque para a exitosa programação internacional da Fundação Perseu Abramo; viii/a ausência, durante todo o Congresso e inclusive no encerramento, de muitas lideranças do Partido (ex-presidentes, parlamentares, governadores, ministros etc.). Fica aqui o nosso respeito e agradecimento a todas e todos que compareceram e nossa compreensão com quem justificou sua ausência.
10/Ponto fundamental do nosso balanço é a análise das resoluções aprovadas. Parte deste balanço pode ser feito desde já, com base nos textos propostos e nas emendas defendidas, bem como na análise do Manifesto (https://pt.org.br/link/2xy6l). Mas o balanço final das resoluções terá que esperar que o DN aprove a consolidação dos textos de “Conjuntura e Tática” e “Diretrizes para o programa de governo”. Desde já destacamos que as resoluções reforçaram o ataque à taxa de juros, a necessidade de criar a empresa Terrabras, a defesa da reestatização da BR Distribuidora, a reforma agrária e da comunicação, além de uma importante moção sobre os 10 anos do golpe iniciado em 2016 com o impeachment da companheira Dilma Rousseff (em todos esses casos, nossa bancada contribuiu na redação e aprovação das resoluções).
11/Entretanto, terminado o Congresso, nossa tarefa é ganhar as eleições 2026, reeleger Lula, eleger as candidaturas do PT ao governos estaduais, congresso nacional e assembleias legislativas. E, como parte importante desta tarefa, eleger as candidaturas de militantes da AE que estão disputando cadeiras na Câmara e nas Assembleias Legislativas.
12/Na campanha eleitoral, precisamos traduzir na prática a diretriz apresentada na mesa de comunicação feita na manhã do último dia do Congresso: “nós não somos o sistema, nós nascemos para enfrentar a ordem”.
13/Nessa linha, o ponto alto do encerramento do Congresso foi o discurso cantado feito pela futura senadora Benedita da Silva, não apenas por quem é e pela animação espontânea que causou no plenário, mas principalmente por que ela expressou uma orientação prática para os próximos seis meses: bater de porta a porta, para ganhar o apoio e o voto de quem já nos garantiu a vitória em 5 das 9 eleições presidenciais realizadas desde 1989: a classe trabalhadora.