sábado, 28 de fevereiro de 2026

O Irã tem o direito de se defender

Armas e notas estão sendo disparadas.

Armas matam pessoas.

Certas notas matam reputações.

É o caso das notas que buscam manter “equidistância” entre agressor e agredido.

Exemplo bizarro disto é o post de um cidadão chamado José Luís Fevereiro, segundo o qual “entre Netáneãhu, Trump e Khameney, ninguém vale nada. O menos perigoso é Khameney.” Uma frase dessas não vale nem mesmo como humor de mal gosto, num momento em que Israel alega ter assassinado o Aiatolah.

Na mesma linha “suicídio de reputações”, temos as notas de alguns governos e partidos progressistas e de esquerda mundo afora, que na prática condenam o direito do Irã se defender e/ou defendem uma mudança de regime.

Totalmente diferente é a postura do PCP, cuja nota reproduzo a seguir.


Abaixo outras notas que merecem ser lidas: do governo brasileiro, do Partido dos Trabalhadores, da bancada parlamentar, da Fundação Perseu Abramo e da tendência petista Articulação de Esquerda.

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