Armas matam pessoas.
Certas notas matam reputações.
É o caso das notas que buscam manter “equidistância” entre agressor e agredido.
Exemplo bizarro disto é o post de um cidadão chamado José Luís Fevereiro, segundo o qual “entre Netáneãhu, Trump e Khameney, ninguém vale nada. O menos perigoso é Khameney.” Uma frase dessas não vale nem mesmo como humor de mal gosto, num momento em que Israel alega ter assassinado o Aiatolah.
Na mesma linha “suicídio de reputações”, temos as notas de alguns governos e partidos progressistas e de esquerda mundo afora, que na prática condenam o direito do Irã se defender e/ou defendem uma mudança de regime.
Totalmente diferente é a postura do PCP, cuja nota reproduzo a seguir.
Abaixo outras notas que merecem ser lidas: do governo brasileiro, do Partido dos Trabalhadores, da bancada parlamentar, da Fundação Perseu Abramo e da tendência petista Articulação de Esquerda.
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Governo
PT
https://pt.org.br/link/n4fil
Bancada parlamentar petista
Fundação
Articulação de Esquerda
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