Às 13h de domingo, 25 de outubro, notícias de diferentes lugares do país informam que nosso povo está comparecendo em massa e que a abstenção está diminuindo.
Mas, também, há notícias de que os inimigos estão praticando todo tipo de sabotagem e agressão.
Por exemplo:
-redução na oferta de transporte, especialmente ônibus, dificultando o acesso às urnas (segundo as pesquisas, nossos eleitores moram mais distante das respectivas seções);
-intimidação e violência explícita contra nossos apoiadores;
-problemas variados, inclusive danos contra as urnas, por coincidência em seções eleitorais onde tivemos maioria no primeiro turno;
-etc.
A intimidação pretende, exatamente, nos colocar na defensiva, reduzir nossa presença nas ruas e manter os indecisos em casa.
Mas tanto a intimidação quanto a sabotagem revelam que o lado de lá está apreensivo.
E o medo da derrota traz à tona sua verdadeira e criminosa natureza.
Frente a isso, nossa principal “arma” segue sendo a mobilização coletiva, desde a carona solidária até a presença física e avermelhada em tudo quanto é lugar.
Garantir que a maioria do povo possa exercer seu direito de votar e, assim, derrotar o candidato dos milicianos, dos corruptos e traidores da Pátria: este é o caminho da vitória!
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