Em 1989, Paulo Delgado foi autor de um espirituoso comentário sobre nossa derrota nas eleições presidenciais.
Ele falou algo do tipo: nós fomos de Woodstock, enquanto nossos inimigos vieram de Al Capone.
O tempo passou.
A última notícia que tive sobre Delgado é que ele estaria assessorando a FIEMG.
Não sei se procede.
Em 2026, na véspera do segundo turno, em entrevista publicada na Folha de S. Paulo, Delgado afirmou que o termo “exército de Lula” seria desrespeitoso com as vítimas da ditadura militar.
Sou neto de um militante assassinado e de outro preso e torturado.
E não me sinto nem um pouco ofendido pelo uso do termo para falar do “exército de Lula”, nem di Exército Vermelho, nem do Exército Popular de Libertação.
Como tudo na campanha, o “exército de Lula” merecerá análise e críticas.
Mas essa que Delgado fez só demonstra que ele perdeu algo mais que a espirituosidade.
Eu acho que os petistas lembram os gregos hoplitas que lutavam em linha tipo falange.
ResponderExcluirEnfim, o PT deveria voltar a ser uma organização de combate.
Com novos guerreiros e guerreiras.
https://youtu.be/KjCkSDHl64Q
"Somos do exército
Do exército do surf"