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O discurso de Lula pode ser lido aqui: Leia a íntegra do discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU
Mas também é importante ler o discurso do Imperador Trump, feito logo em seguida ao de Lula.
O discurso integral do Imperador pode ser lido aqui: Estados Unidos de América, Debate General, 81° período de sesiones | UN Web TV
Para facilitar a vida, copio e colo ao final o tal discurso de Trump, em espanhol.
É impressionante o contraste entre o discurso de Lula e o discurso do Imperador.
Primeiro, pela cabotinice.
Se alguém tinha dúvidas que o Imperador tem problemas graves, sugiro ler o tal discurso.
Mas antes recomendo tomar uma tríplice vacina contra cabotinice, narcisismo e déficit de atenção.
Uma segunda diferença entre os discursos de Lula e do Imperador está na forma de tratar o mundo.
O discurso do Imperador trata os Estados Unidos como o centro do mundo. O resto é o resto.
Exemplifico com alguns trechos:
-"nosso país é mais forte agora do que nunca";
-"basicamente estamos liderando em tudo";
-"Estados Unidos se encontra no auge";
-"a era de ouro, o século de ouro dos Estados Unidos";
Terceira diferença: grande parte do discurso de Trump teve finalidades direta e exclusivamente eleitorais, com direito a mentiras e exageros de todo tipo e ordem.
Quarta diferença: a abordagem das questões mundiais.
Enquanto Lula tratou dos grandes dilemas da humanidade, Trump distribuiu ameaças e comemorou êxitos que só ele enxerga.
Por exemplo, Trump afirmou que "enquanto os demais falavam de paz, eu fiz a paz".
Segundo Trump, ele teria conseguido acabar com oito guerras: Camboja, Tailândia, Kosovo e Servia, República Democrática do Congo e Ruanda, Paquistão e India, Armênia e Azerbaijão, além de Gaza (que seria a nona). E prometeu, mais uma vez, que vai acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia.
A respeito de algumas dessas guerras, Trump cita mensagens de agradecimento dirigidas a ele próprio.
Não há como não constatar: quando alguém fala tantas vezes de si mesmo na terceira pessoa, deixa de ser "majestática figura" e passa a ser "complexo de Imperador".
Parte expressiva do discurso de Trump foi dedicada a atacar a República Islâmica do Irã, apresentada como "patrocinador número um do terrorismo", um país que estaria "violando todas as leis".
Evidentemente, Trump acusa o Irã de fazer aquilo que os Estados Unidos fazem.
Prova adicional disso, aliás, é que Trump falou no seu discurso em "aniquilar" o Irã, levar o país inteiro "ao inferno, sem possibilidade de sobrevivência, sem esperança de futuro durante várias gerações".
Que alguém discurse na ONU usando descaradamente estes termos genocidas já seria criminoso e doentio, que este alguém seja o presidente dos Estados Unidos é um sinal de que vivemos tempos para lá de perigosos.
Trump também falou da "Guerra em Gaza" e nominou uma série de países que ele pretende ajudar ou com os quais ele diz estar contando: “Marrocos, Baréin, Qatar, Kuwait, Arabia Saudita, Turquía, Uzbekistán, Indonésia, Albania, Kosovo, Kazajstán, Egipto, Jordania e muitos mais”.
Pequena parte do discurso de Trump foi dedicado a Venezuela, apresentando a invasão de um país soberano e o sequestro de seu presidente como uma "operação militar" para deter um "criminoso".
E como o Imperador é um bandido sem complexos, na sequência ele apresentou o resultado do crime: "o maior acordo petrolífero da história".
A respeito deste acordo, Trump diz abertamente o seguinte: "To the victor belong the spoils". Algo como "ao vencedor cabem os despojos".
Trump apresentou o case da Venezuela como um paradigma de como os Estados Unidos agirão.
E reafirmou um de seus pretextos preferidos: os carteis de drogas, que ele chama de "exército islâmico do hemisfério ocidental", "inimigos da civilização", que devem ser "assassinados, exilados ou detidos como combatentes estrangeiros".
Detalhe importante: Trump se julga no direito de adotar estes critérios e agir em consonância, fora dos Estados Unidos, portanto invadindo território soberano de outros países.
É neste ponto do discurso que Trump cita o México e Cuba, "um estado falido, um estado fracassado, que vai cair".
Detalhe importante: Trump diz que o regime de Cuba cultiva laços com grupos radicais e subversivos como o "Communist Party USA, Antifa and the Democrat Socialists of America", este último conhecido pela sigla DSA.
O DSA, para quem não sabe, é o grupo ao qual pertence o prefeito de Nova Iorque.
Em seguida, Trump fala sobre o "acordo" acerca da Groenlândia, onde serão construídas duas bases militares.
Diz que a OTAN hoje é "mais forte do que nunca".
Reafirma sua opção pela guerra tarifária.
Elogia a primeira-dama Melanie, que ele destaca como sendo a primeira primeira-dama a presidir uma reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Literalmente: "She also became the only first lady in history to preside over a meeting of the U.N. Security Council."
O episódio lembra Calígula.
Trump engata várias críticas contra a ONU e contra o Tribunal Penal Internacional, composto por "gente malvada" (para ser preciso: an evil group of people) favorável a "mutilação transexual" e que não fala nada acerca da "perseguição contra os cristãos" que estaria ocorrendo em todo o mundo.
Epstein talvez fosse capaz de explicar essa fixação.
Em seguida vem, talvez, a parte mais curiosa do discurso de Trump, quando ele informa que deixará de usar o termo "Inteligência Artificial" e passará a usar o termo "Superinteligência".
Segundo Trump, os temores frente a IA e a catástrofe climática são igualmente indevidos, sendo que o tema da superinteligência provocará um impacto maior do que o impacto causado pela Revolução Industrial. E, segundo ele, os EUA não vão aceitar nenhum tipo de gestão mundial "globalista" do tema.
Nesse contexto Trump fala, pela primeira e última vez em seu discurso, da China.
Segundo ele, quem ganhar a competição pela superinteligência, vai ganhar tudo. E, ainda segundo Trump, os Estados Unidos estariam superando a China nesse terreno.
Neste ponto, já no final desse discurso cheio de elogios, vem o paradoxal.
Segundo Trump, em 1776, enquanto escutavam pela primeira vez a Declaração de Independência, os patriotas enfrentaram uma imensa invasão britânica, feita com 100 navios ou mais.
Frente a tal demonstração de poderio militar, diz Trump, os patriotas "não tínhamos uma única chance, entretanto, ganhamos". E a chave para o êxito esteve e segue estando, sempre segundo ele, em ter "vontade e determinação".
Pois é.
Hoje, 250 anos depois, os Estados Unidos não são a vítima da pérfida Albion, mas sim uma nação imperialista que ameaça grande parte da humanidade.
Contra isso, vale lembrar as palavras do presidente Lula, ditas imediatamente antes do discurso de Trump: "o Brasil não cabe no quintal de ninguém". Continuaremos "sendo um país soberano. Ninguém...!!! Ninguém nos afastará desse caminho".
A chave para o êxito já temos: vontade e determinação.
Agora é manter a pólvora seca. E ganhar a eleição.
(sem revisão)
Segue abaixo a transcrição do discurso de Trump, disponível no site da ONU
Reunión/Evento: United States - General Debate, 81st Session
Fecha: 22 Septiembre 2026
Categorías: Meetings & Events > General Assembly > 81st Session > Plenary meetings
[Transcripción automática: puede contener errores]
La Asamblea escuchará a continuación una alocución por parte de Su Excelencia Donald Trump, Presidente de Estados Unidos de América.
Pido a protocolo que, por favor, acompañe a Su Excelencia, y lo invito a que se dirija a la Asamblea.
Muchas gracias, Señor Presidente.
Señor Secretario General, Primera Dama de los Estados Unidos, distinguidas delegaciones, embajadores y queridos líderes, es para mí un honor darle la bienvenida al mundo, a Estados Unidos, ahora que celebramos 250 años de gloriosa libertad e independencia, dos siglos y medio desde que los fundadores de la libertad encontraron su hogar aquí en este país.
Y puedo decirles con orgullo que Estados Unidos ha vuelto, y que nuestro país es más fuerte ahora, más fuerte ahora que nunca.
Nuestra economía es la envidia del mundo, nuestro ejército es el más poderoso, nuestra tecnología no tiene parangón, y básicamente estamos liderando en todo.
Nuestra energía alimenta al planeta, Estados Unidos se encuentra en auge, nuestra nación crece, nuestro poder se expande, nuestro país está haciéndolo mejor ahora que nunca, y el futuro es muy, muy halagüeño.
Desde que asumí el cargo hemos creado más de 1 millón de empleos en el sector privado, y más estadounidenses trabajan hoy que nunca antes.
La semana pasada se anunció que la tasa de pobreza ha tocado su cota más baja en Estados Unidos en toda nuestra historia.
Hemos levantado a 1,5 millones de compatriotas de la pobreza solo el año pasado.
Otra marca, otro récord.
Las comunidades, las tasas de pobreza hispanas y afroamericanas se encuentran en límites históricos.
La renta de los hogares para estadounidenses se ha incrementado al nivel más alto en la historia: 87.000 de promedio, superando la marca anterior que yo mismo marqué en mi primer mandato.
Desde el primer día, mi administración ha trabajado por reducir trámites, burocracia innecesaria para poder operar y emprender en Estados Unidos.
Hemos aplicado las mayores rebajas de impuestos en la historia, así que ahora hay más dinero invirtiéndose en Estados Unidos, mucho más dinero del que jamás se ha invertido, jamás, en la historia y en ningún país.
Las bolsas han marcado 80 récords en solo 12 meses.
Hemos garantizado compromisos para 21 billones de dólares de inversiones procedentes de todo el planeta, comparado con menos de 1 billón en los cuatro años de la administración anterior.
Hace apenas dos años nuestro país estaba medio muerto, y ahora somos el país más de moda de todo el mundo.
Antes de asumir el cargo teníamos la frontera más peligrosa, y ahora tenemos la frontera más protegida.
Nadie entra allá a menos que se les invite, a menos que tengan permiso para entrar.
En los últimos 16 meses han entrado cero inmigrantes ilegales a Estados Unidos, y esto ha sido gracias a toda una serie de personas muy preparadas.
Cero.
El año pasado conseguimos la mayor rebaja de delincuencia y criminalidad.
La tasa de delincuencia ha caído al nivel más bajo en 125 años, nada más y nada menos, desde el año 1900.
Los malhechores en Memphis, en Tennessee, en Nueva Orleans, por todas partes, el crimen ha bajado y va a seguir bajando.
Y lo más importante: cuando llegué el 20 de enero del año pasado, Washington, la capital, estaba infestada de crimen.
El crimen ha bajado 87%, y quiero llegar al 100%.
Bueno, no sé, muchos de ustedes habrán estado en Washington, supongo.
El turismo prospera, los restaurantes están llenos, los estadounidenses están orgullosos de su propia capital.
Hemos invertido más dinero en el ejército en los últimos 12 meses que nunca antes, y esta vez va a ser 1,5 billones de dólares.
Heredamos una era oscura de la administración anterior y lo hemos convertido en la era de oro, en el siglo de oro de Estados Unidos.
Todo el mundo está levantándose gracias a la fuerza y el impulso de Estados Unidos, un nuevo Estados Unidos poderoso.
Estamos abordando los problemas que hemos heredado del pasado, estamos actuando de manera decidida, con rapidez, para modelar el escenario mundial, resolver problemas que nos habían plagado desde hacía demasiado tiempo.
Cada líder de esta sala sé que muchos de ustedes son grandes líderes, los conozco a todos muy bien.
Todos saben que tenemos muy poco tiempo para que este mundo sea más seguro, más próspero para nuestros pueblos, y por eso tenemos que aprovechar ese tiempo.
Como Presidente del país más extraordinario del mundo, no quiero que el peligro crezca ni un solo día más.
No quiero que los problemas se enconen, porque entonces solo se hace más difícil de resolver.
Mientras los demás hablan, yo he actuado.
Mientras los demás hablaban de paz, yo he hecho la paz.
Mientras que otros ignoraban las amenazas, yo las he enfrentado.
Mientras otros hablaban de valentía, Estados Unidos la ha demostrado.
Mientras otros prometían fuerza, yo la he usado para que Estados Unidos sea el país más poderoso del mundo.
Muchas naciones de este mundo nos ayudan a resolver problemas de retos, problemas desde hace muchos años.
Estamos resolviendo problemas pendientes desde hace muchos años.
No hay un mejor ejemplo de un peligro que había aumentado que el patrocinador número uno del terrorismo, la República Islámica del Irán.
Durante 51 años, el régimen fanático de Irán ha gobernado de manera sangrienta, asesinando, propagando caos y miedo en todo el Medio Oriente y más allá.
Eran los matones del Medio Oriente, pero ya no.
Desde el primer día en que entré al escenario político, he sido inquebrantable.
Nunca permitiré que Irán tenga un arma nuclear.
Desde que asumí mi cargo el año pasado, inmediatamente inicié negociaciones con Irán y les prometí cooperación económica para que terminaran con su programa nuclear y su apoyo al terrorismo, pero ellos dijeron que no, se negaron.
Fue un gran error.
Con la operación del martillo de medianoche, el ejército de Estados Unidos acabó con ese programa nuclear, lo dejó enterrado bajo montañas de escombros, y nuevamente se negaron a negociar.
Continuaron construyendo misiles y aumentando sus arsenales, aumentando la seguridad de todo el ejército de Estados Unidos en la región y de todos los países de la región.
Y tenían misiles y podían llegar a Europa, y estaban muy orgullosos.
Y espero que los europeos se den cuenta: su objetivo era llegar al final de su carrera y tener un arma nuclear detrás de ese escudo de misiles balísticos.
Hubieran podido propagar el terror en todo el mundo.
Cualquier tentativa de detenerlos habría desencadenado una guerra nuclear.
En Estados Unidos hemos conmemorado el 25.o aniversario del peor atentado terrorista del mundo, el 11 de septiembre, que mató a 3.000 personas a unos cuantos kilómetros de aquí.
Fue un día terrible.
Dentro de dos semanas conmemoraremos el tercer aniversario del ataque terrorista en Israel, que mató a 1.200 inocentes, incluyendo docenas de estadounidenses y muchos bebés, niños, hermosos niños.
El líder supremo de Irán lo celebró, dijo que había sido un favor para la humanidad.
El mismo régimen que masacró a 70.000 de sus ciudadanos este año.
10.000 fueron asesinados por protestar.
Imagínense, ese régimen vil si pudiera realizar atentados terroristas con un escudo nuclear.
Esa era la realidad que teníamos que enfrentar, una realidad que demasiados prefirieron ignorar, una realidad que muchos presidentes habían decidido ignorar.
No querían hacer nada, pero sabían que había un problema.
Le dimos oportunidades a Irán, pero yo tomé medidas para que ningún país tenga que enfrentar esa amenaza, ese problema catastrófico.
Como resultado de la operación Furia Épica, 150 de sus barcos están en el fondo del mar, su fuerza aérea está destruida, sus radares están destruidos, sus equipos antiaéreos están destruidos, su capacidad de fabricar drones está prácticamente destruida, su economía está hecha añicos.
Lo único que no está destruido es la inflación, que está acabando con ese país y que es de más del 300%.
Incluso después de acordar un cese al fuego para negociar, Irán lo destruyó atacando navíos civiles de otros países.
Quiero dar las gracias al Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas por votar una resolución que condenaba los atentados terroristas asquerosos de Irán contra los navíos mercantes.
Muchas gracias.
Esa resolución contó con cuatro patrocinadores de Estados miembros de las Naciones Unidas.
Ahora debemos estar unidos y mantener la presión.
La Marina de Estados Unidos ha escoltado más de 1.000 millones de barriles de petróleo.
Por el Estrecho de Ormuz ya está fluyendo más petróleo que desde el principio de la guerra.
22, 25, 30, 37 barcos sacamos todos los días y todas las noches.
Pero tenemos que tomar una decisión muy importante.
Haremos un trato con Irán que les permita reconstruir y crear un país más grande del que tenían antes, tal vez uno de los países más grandes del Medio Oriente o incluso del mundo, o los aniquilo, aniquilo la República Islámica del Irán rápidamente, para no darles la oportunidad de matar ni destruir a otros países.
Los llevo al infierno, sin posibilidad de supervivencia, sin esperanza de futuro durante varias generaciones.
O haremos un trato justo después de las elecciones, porque no tiene sentido que no lo hagan.
Ellos están esperando a ver cómo me va en las elecciones de mitad de período, pero no se dan cuenta de que yo no soy candidato.
Yo ya lo hice y gané en una avalancha.
Gané por mucho, y voy a estar aquí dos años y medio.
El Partido Republicano está gobernando y yo los voy a ayudar.
Pero yo no estoy en las elecciones, yo no soy candidato.
No le voy a dar ningún peso a las elecciones al momento de decidir.
Eso ni siquiera lo voy a tomar en cuenta.
Lo único importante es que Irán nunca tenga un arma nuclear.
Que los cobardes, los traidores.
Los cobardes y los traidores quieren decir que Estados Unidos no tiene municiones, pero eso no es verdad.
Tenemos más municiones de las que podríamos jamás utilizar y las estamos acumulando a niveles jamás vistos.
Estamos incrementando nuestros arsenales más rápido que nunca.
Arsenales muy avanzados.
Además, tenemos planes.
Vamos a abrir plantas de municiones.
Estamos construyendo 18 plantas con las mejores compañías de todo el mundo.
Algunas de ellas terminarán de construirse muy rápidamente.
Y esa construcción llevará a un despliegue muy rápido de misiles y municiones de todo tipo.
Y vamos a poder dárselos a nuestros aliados mucho más rápido que antes.
Y pido a todos los países que nos ayuden a aislar completamente a Irán desde el punto de vista económico, hasta que dejen atacar barcos, renuncien a sus aspiraciones nucleares y dejen de apoyar el terrorismo.
Este régimen terrorista está violando todas las leyes, no porque tienen confianza, sino porque tienen miedo, están desesperados.
Si estamos unidos, veremos a un mundo libre de esta amenaza de 51 años de terrorismo iraní y los precios de petróleo serán más bajos que antes del principio del conflicto.
Con valentía, todo es posible.
Pueden ocurrir grandes cambios muy rápidamente.
Hace un año, cuando hablé ante los líderes del mundo en esta sala, la guerra en Gaza continuaba.
Había rehenes en los túneles de Hamás y no se veía el fin.
Pero paralelamente a la Asamblea General, tomamos los primeros pasos para cambiarlo todo.
Después de unas cuantas semanas, terminamos con la guerra en Gaza, lanzamos miles de vidas, trajimos a sus hogares a todos los rehenes vivos y muertos, a todos y cada uno de ellos.
Gracias.
Todos pensaron que era un milagro que lo pudimos hacer y todos lo celebraban en las calles.
Quiero dar las gracias al Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas por haber apoyado unánimemente nuestro plan de paz de Gaza y por aprobar la Junta de Paz, que es un grupo de personas muy importantes.
Casi 30 países se han sumado a esta Junta de Paz que yo tengo el honor de presidir, gracias a estos países miembros que han contribuido con miles y miles de millones de dólares en asistencia.
Y eso va a reconstruir y a ayudar a Marruecos, Baréin, Qatar, Kuwait, Arabia Saudita, Turquía, Uzbekistán y muchos países más.
Ese dinero va a la fuente, a donde más falta hace.
Esos países han sido muy generosos.
Y otros también.
Cifras que nadie creería.
Porque no lo quieren ver.
Quieren ver que esta acción humanitaria se haga bien.
Gracias a los que han prometido policía, tropas, como Indonesia, Marruecos, Albania, Kosovo, Kazajstán, Egipto, Jordania y muchos más.
Desde que asumí mi cargo, he tenido el inmenso honor de acabar con ocho guerras.
Y me he hecho amigo de los líderes de muchos de estos países.
Ha sido un honor.
Muchas de estas guerras habían durado muchos años, incluso décadas, y yo lo pude resolver utilizando mis relaciones muy especiales que tengo: comercio, el uso de los aranceles y la amenaza de los aranceles, y muchas razones más, dependiendo de cada país.
Camboya, Tailandia, Kosovo y Serbia, la República Democrática del Congo y Ruanda, Pakistán y la India, Armenia y Azerbaiyán, y por supuesto la guerra en Gaza, que, como dije antes, incluyendo la devolución de todos los rehenes vivos y muertos.
Todos estos países me han escrito para darme las gracias.
El primer Ministro de Pakistán, un hombre magnífico, me dijo:" Donald Trump salvó 30 millones de vidas e incluso muchas más."
El Presidente de Azerbaiyán dijo:" El Presidente Trump en seis meses hizo un milagro, algo que nadie pensó era posible."
El primer Ministro de Armenia me dijo que ese éxito no habría sido posible sin el compromiso personal del Presidente Trump y su compromiso de paz.
El Presidente de Cambodia dijo:" El estadismo del Presidente Trump y su compromiso para resolver conflictos y prevenir guerras a través de su diplomacia visionaria quedó en evidencia al negociar un cese al fuego inmediato e incondicional.
Esta intervención oportuna evitó un conflicto destructor.
Fue vital para evitar una pérdida de vidas y preparó el terreno para restaurar la paz."
El Presidente de Ruanda dijo:" Cuando el Presidente Trump vio la oportunidad de contribuir a la paz, inmediatamente la aprovechó.
Este conflicto ha durado 32 años.
Millones y millones de personas habían muerto y lo resolvimos.
Habíamos hecho muchos esfuerzos de mediación, pero nadie había logrado resolver los problemas."
El Presidente Trump emitió una declaración que realmente ha traído paz y un espacio a través de un logro que pensamos que era imposible.
Estamos trabajando con los líderes de Rusia y de Ucrania.
Y eso también lo vamos a hacer.
Y va a ser antes de lo que la gente piensa.
25.000 jóvenes están muriendo todos los meses.
Yo he visto las fotos del campo de batalla y ya no quiero seguirlo viendo.
25.000 al mes de ambos bandos.
Además, Estados Unidos e Irán lo van a hacer.
Lo vamos a resolver, sea como sea.
Lo vamos a hacer rápido.
Ha pasado mucho desde que nos reunimos aquí hace un año.
En enero, por mi iniciativa, el ejército de Estados Unidos realizó una operación militar enorme, penetrando profundamente en la capital de Venezuela, Caracas.
Incursionamos una base militar que estaba muy protegida, que supuestamente estaba a prueba de cualquier ataque.
Y detuvimos a un criminal, a un dictador, Nicolás Maduro.
Y desde ese día, cientos de prisioneros políticos venezolanos han sido liberados.
Estamos trabajando con los líderes de Venezuela para crear un futuro mejor para el pueblo de Venezuela.
El mes pasado firmamos el mayor acuerdo petrolero de la historia, 65.000 millones de barriles de petróleo.
Eso va a beneficiar a Venezuela y a Estados Unidos y va a ayudar a reducir el precio de la energía en todo el mundo.
Y eso ya está empezando a hacerse sentir.
Las mayores compañías petroleras ya están entrando y las cifras son realmente increíbles.
Y cuando combinamos Estados Unidos y Venezuela, eso representa más del 60% del petróleo de todo el mundo.
Tal vez este es el mayor trato jamás firmado.
El vencedor se lo lleva todo.
Nuestras acciones en Venezuela demuestran que Estados Unidos no permitirá que haya ninguna amenaza contra Estados Unidos en ningún lugar del hemisferio occidental.
Y si es necesario, utilizaremos nuestro poderío militar para responder.
Venezuela tenía el mejor equipo del mundo, pero no funcionó.
Ni siquiera llegó cerca de funcionar.
Se había permitido que hubiera bandas que dominaban estas regiones, carteles de drogas que desestabilizaban la región.
Estaban infiltradas por adversarios extranjeros hostiles, locos, dementes.
Pero ya no.
Estamos haciendo sentir el poderío del ejército de los Estados Unidos cuando es necesario, en nuestra región y en el resto del mundo, para crear un futuro más seguro para todos.
Está pasando y está pasando muy rápido.
Desde que asumí mi cargo, yo designé a los carteles de drogas como organizaciones terroristas.
Y el ejército de Estados Unidos recibió la orden de eliminarlos.
Los carteles de drogas son el ejército islámico del hemisferio occidental.
Son enemigos de la civilización.
Utilizan la extorsión y el asesinato como instrumentos de terror.
Como el ejército islámico deben ser asesinados, exilados o detenidos como combatientes extranjeros, sin posibilidad de que vuelvan a tener la libertad.
Estados Unidos ha realizado docenas de ataques contra navíos de drogas.
Ha destruido un gran porcentaje de las drogas que venían por el mar.
Han desaparecido rápidamente.
Hemos reducido esto en un 97%.
Nadie pensó que fuera posible.
Hace tres meses acabamos con el tren de Aragua.
México es el epicentro de la violencia de los carteles.
Desafortunadamente, esto es inaceptable.
Que Estados Unidos comparta una frontera de 2.000 millas con un territorio controlado por los carteles de drogas.
México debe volver a controlar su territorio.
Mi gobierno busca un cambio fundamental en la situación en Cuba, donde el régimen comunista está bajo enorme presión, la mayor presión que jamás han sufrido.
Es un estado fallido, un estado fracasado.
He fracasado como nunca antes y va a caer.
Marco Rubio está manejando las negociaciones.
Está negociando con Cuba.
Vamos a ver qué pasa.
No vamos a permitir que haya un refugio para que los adversarios ataquen a Estados Unidos en nuestra puerta.
El régimen de Cuba ha estado coordinando con los radicales de izquierda, con los comunistas radicales de Estados Unidos.
Como ha revelado nuestro Departamento de Estado, tienen lazos con grupos radicales como el Partido Comunista de los Estados Unidos, Antifa y los demócratas socialistas estúpidos.
No vendrán a Estados Unidos.
La libertad vendrá a Cuba y la seguridad vendrá a México.
Tenemos una relación muy buena con el gobierno de México.
Hemos avanzado mucho con México.
Ellos no quieren a los carteles allí.
Y cuando llegue ese día, la región será más segura, un lugar más hermoso donde se puede vivir y prosperar.
Como anuncié hace unos días, Estados Unidos también ha firmado un acuerdo sin precedentes sobre la frontera norte sobre Groenlandia.
Es acuerdo que suscribimos con el Reino de Dinamarca, un país hermoso e increíble.
Y el pueblo de Groenlandia da a Estados Unidos control permanente sobre la seguridad de todo su territorio.
Tendremos la capacidad de hacer lo que sea necesario para defender el continente americano, Europa y todos los demás lugares.
Ningún adversario de Estados Unidos podrá tener una presencia militar en Groenlandia ni hacer inversiones en Groenlandia sin nuestra aprobación expresa.
Vamos a iniciar el proceso de tener una enorme presencia militar en los lugares adecuados.
Vamos a construir dos bases militares.
Este acuerdo será firmado hoy.
Y yo espero trabajar con el maravilloso pueblo de Dinamarca y de Groenlandia.
Ha sido una experiencia realmente increíble.
Hemos creado un lazo, ampliado la huella de Estados Unidos en el Ártico y en el Atlántico Norte.
También protegerá a Europa y protegerá a Estados Unidos.
Y mejorará mucho a la OTAN.
Aquí está el líder de la OTAN, Mark Rutte, que es un gran líder.
La OTAN ahora es más fuerte que nunca.
Está haciendo cosas que nadie pensó que pudieran hacer.
Han aumentado el 5% su gasto militar.
Eso le dará mucha más protección.
Queremos acabar con la guerra desastrosa entre Rusia y Ucrania, que, como he dicho, mata a miles y miles de personas todos los meses.
En honor del senador Lindsey Graham, firmamos un acuerdo que me da enorme autoridad arancelaria y, si es necesario, la utilizaré en ese momento de detener la matanza.
También quiero reconocer la labor de nuestra primera dama, que garantizó la devolución de muchos niños ucranianos desplazados.
Muchas gracias a la primera dama.
¿ Dónde está la primera dama?
She's around here someplace.
Can you imagine?
I can't see the first lady.
No la veo.
Thank you very much, first lady.
Gracias a la primera dama.
Trabaja mucho.
Es la primera dama en la historia que presidió una reunión del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas.
Lo hizo muy bien.
Y hoy tiene una reunión sobre el futuro, una reunión con 60 miembros para mejorar la vida de los jóvenes en todo el mundo.
Muchas gracias, Melania.
Led by Ambassador Michael Waltz here at the United Nations.
Con el embajador Mike Waltz aquí en las Naciones Unidas, trabajamos con muchos de los países en esta sala para realizar las reformas más amplias de la historia.
Hemos reducido el presupuesto en un 15% del presupuesto de las Naciones Unidas.
Hemos eliminado más de 4.000 puestos de la burocracia de las Naciones Unidas.
Las Naciones Unidas tienen mucho potencial, pero tenemos que dejar de imponer agendas de izquierda, agendas de burócratas que nadie eligió.
Mi gobierno tuvo que intervenir para impedir que la Organización Marítima Internacional impusiera un impuesto al carbono, que aumentaría los costos del transporte hasta un 20%.
No somos un gobierno mundial y, mientras yo sea Presidente, no habrá impuestos mundiales.
Estados Unidos se opone a estas maniobras que escapan a todo control.
Muchas gracias.
Estados Unidos se opone a la institución que no tiene ningún control, la Corte Penal Internacional.
No permitiremos que ningún soldado de Estados Unidos sea investigado o enjuiciado por tribunales que no tienen jurisdicción sobre nosotros.
Son un grupo de gente malvada.
Pido a todos los países que son miembros de la CPI que renuncien de esta institución fracasada.
Es inaceptable que, con todas las atrocidades que ocurran en el mundo, los funcionarios de derechos humanos de las Naciones Unidas critiquen a Estados Unidos por proteger a nuestros hijos de la mutilación de género y la locura del transexualismo y por aplicar leyes de inmigración.
Lo que hacen es increíble.
Mutilación transexual de nuestros hijos.
Son los hipócritas del Consejo de Derechos Humanos.
No hablan de la persecución contra los cristianos en todo el mundo.
Nunca pensé que lo llegaría a decir, pero sucede desde hace mucho tiempo.
Hay una persecución contra los cristianos.
Es un crimen.
Los regímenes más represivos, pero quieren que Estados Unidos abra las fronteras a los criminales de los lugares más peligrosos del mundo.
Quieren que vengan estas personas peligrosas.
Ya no lo vamos a hacer.
Antes lo hacíamos, pero ahora ya no.
Es irónico que las Naciones Unidas tengan una institución, la UNESCO, dedicada a proteger el patrimonio cultural, pero promueven la migración masiva.
Están destruyendo las culturas más grandes y el patrimonio histórico.
No hay ningún derecho legal a la inmigración ilegal, pero hay un derecho a ser un país soberano.
Queremos seguir siendo un país soberano.
Estados Unidos luchará contra cualquier tentativa para construir un esquema globalista en materia de inteligencia artificial.
Se habla de una superinteligencia y el uso de la palabra artificial hace que suene como algo falso, pero no es algo falso.
Es algo sorprendente, pero tenemos que tener cuidado.
The opposite.
Lo cierto es que es realmente lo contrario de lo que supuestamente dicen.
A partir de ahora, todos los documentos de Estados Unidos van a cambiarse para que figure ese término mucho más apropiado.
Nada de inteligencia artificial.
Va a ser super, la superinteligencia.
Así que bienvenidos al nuevo mundo de la superinteligencia-IA.
¿ Qué les parece?
¿ Qué les parece?
Suena mejor, ¿ verdad?
Y además es más preciso.
A ver si tengo algún poder y lo consigo.
Igual sí, igual no.
Superinteligencia.
Cada nueva tecnología entraña retos y la superinteligencia no está ajena a ellos.
Pero precisamente los mismos que anunciaron la calamidad y que dijeron que íbamos a morir por el cambio climático, y ahora resulta ¿ Recuerdan cuando el planeta se estaba enfriando y ahora se está calentando y son los mismos que anuncian calamidades que dicen que vamos a morir por la inteligencia artificial?
Son las mismas personas.
Son los mismos que se inventaron lo de los conflictos Rusia, Rusia, Rusia, Ucrania, los conflictos transfronterizos.
¿ Recuerdan lo que les digo?
Quien gane la carrera de la SI, de la superinteligencia, va a ganar.
Esos son los que van a ganar de verdad.
Y nosotros, desde luego, estamos superando a China con creces.
Vamos a seguir así.
Vamos a seguir con rumbo firme.
No voy a asfixiar yo en absoluto el crecimiento de algo que va a superar la Revolución Industrial.
Hay quien dice que esto va a ser mayor que la propia Revolución Industrial o la Revolución de Internet.
Así que quiero andarme con mucho cuidado.
Por eso me he servido también del Departamento de Justicia para seguir adelante con otros órganos también del orden público que me van a ayudar en mi misión.
Y no solo vamos a alentar a la superinteligencia, la vamos a fomentar, eso sí, supervisada por el Departamento de Justicia, pero no le vamos a poner freno.
Estados Unidos lidera el mundo en superinteligencia.
Lo va a seguir haciendo con seguridad y con responsabilidad.
Estados Unidos nunca ha sido un país que se eche para atrás de la primera línea de la vanguardia.
Nunca lo hemos hecho, por muy estremecedor que fuera el desafío.
No lo vamos a hacer después de 250 años de nación.
Jamás vamos a arrojar la toalla.
De hecho, fue aquí, en Nueva York, cuando George Washington leyó la Declaración de Independencia en 1776.
Mientras escucharon esas palabras sagradas por primera vez, los patriotas vieron la invasión británica en la bahía de Nueva York con 100 embarcaciones o más que habían llegado para aplastar la rebelión y centenares de soldados que desembarcaron de esas embarcaciones.
No teníamos ni una sola oportunidad y, sin embargo, ganamos.
Por eso seguimos creyendo en que la clave está en tener la voluntad y la determinación.
Y ahora nos reunimos en la misma ciudad, 250 años después, para tratar de los mayores retos de nuestra era.
Y son retos para todos y cada uno de nosotros.
Tenemos que seguir adelante firmes frente al enemigo de toda la humanidad y rechazar las voces plañideras.
Si no escamoteamos nuestras responsabilidades y tomamos medidas audaces, entonces sí que haremos que este mundo sea un mundo más seguro y un mundo mejor.
Nuestras naciones serán más seguras, más firmes, nuestras economías más sólidas, más prósperas.
Y ya no solo vamos a hablar de paz, prosperidad y justicia aquí en las Naciones Unidas, sino que lo vamos a defender en todo el mundo.
Juntos vamos a forjar un futuro para nuestros pueblos que sea más halagüeño, más esperanzador, magnífico, mucho más que antes.
Nada más.
Gracias a todos.
Que Dios bendiga a las naciones del mundo y a Estados Unidos.
En nombre de la Asamblea, quiero dar las gracias al Presidente de Estados Unidos.
Fecha: 22 Septiembre 2026
Categorías: Meetings & Events > General Assembly > 81st Session > Plenary meetings
[Transcripción automática: puede contener errores]
La Asamblea escuchará a continuación una alocución por parte de Su Excelencia Donald Trump, Presidente de Estados Unidos de América.
Pido a protocolo que, por favor, acompañe a Su Excelencia, y lo invito a que se dirija a la Asamblea.
Muchas gracias, Señor Presidente.
Señor Secretario General, Primera Dama de los Estados Unidos, distinguidas delegaciones, embajadores y queridos líderes, es para mí un honor darle la bienvenida al mundo, a Estados Unidos, ahora que celebramos 250 años de gloriosa libertad e independencia, dos siglos y medio desde que los fundadores de la libertad encontraron su hogar aquí en este país.
Y puedo decirles con orgullo que Estados Unidos ha vuelto, y que nuestro país es más fuerte ahora, más fuerte ahora que nunca.
Nuestra economía es la envidia del mundo, nuestro ejército es el más poderoso, nuestra tecnología no tiene parangón, y básicamente estamos liderando en todo.
Nuestra energía alimenta al planeta, Estados Unidos se encuentra en auge, nuestra nación crece, nuestro poder se expande, nuestro país está haciéndolo mejor ahora que nunca, y el futuro es muy, muy halagüeño.
Desde que asumí el cargo hemos creado más de 1 millón de empleos en el sector privado, y más estadounidenses trabajan hoy que nunca antes.
La semana pasada se anunció que la tasa de pobreza ha tocado su cota más baja en Estados Unidos en toda nuestra historia.
Hemos levantado a 1,5 millones de compatriotas de la pobreza solo el año pasado.
Otra marca, otro récord.
Las comunidades, las tasas de pobreza hispanas y afroamericanas se encuentran en límites históricos.
La renta de los hogares para estadounidenses se ha incrementado al nivel más alto en la historia: 87.000 de promedio, superando la marca anterior que yo mismo marqué en mi primer mandato.
Desde el primer día, mi administración ha trabajado por reducir trámites, burocracia innecesaria para poder operar y emprender en Estados Unidos.
Hemos aplicado las mayores rebajas de impuestos en la historia, así que ahora hay más dinero invirtiéndose en Estados Unidos, mucho más dinero del que jamás se ha invertido, jamás, en la historia y en ningún país.
Las bolsas han marcado 80 récords en solo 12 meses.
Hemos garantizado compromisos para 21 billones de dólares de inversiones procedentes de todo el planeta, comparado con menos de 1 billón en los cuatro años de la administración anterior.
Hace apenas dos años nuestro país estaba medio muerto, y ahora somos el país más de moda de todo el mundo.
Antes de asumir el cargo teníamos la frontera más peligrosa, y ahora tenemos la frontera más protegida.
Nadie entra allá a menos que se les invite, a menos que tengan permiso para entrar.
En los últimos 16 meses han entrado cero inmigrantes ilegales a Estados Unidos, y esto ha sido gracias a toda una serie de personas muy preparadas.
Cero.
El año pasado conseguimos la mayor rebaja de delincuencia y criminalidad.
La tasa de delincuencia ha caído al nivel más bajo en 125 años, nada más y nada menos, desde el año 1900.
Los malhechores en Memphis, en Tennessee, en Nueva Orleans, por todas partes, el crimen ha bajado y va a seguir bajando.
Y lo más importante: cuando llegué el 20 de enero del año pasado, Washington, la capital, estaba infestada de crimen.
El crimen ha bajado 87%, y quiero llegar al 100%.
Bueno, no sé, muchos de ustedes habrán estado en Washington, supongo.
El turismo prospera, los restaurantes están llenos, los estadounidenses están orgullosos de su propia capital.
Hemos invertido más dinero en el ejército en los últimos 12 meses que nunca antes, y esta vez va a ser 1,5 billones de dólares.
Heredamos una era oscura de la administración anterior y lo hemos convertido en la era de oro, en el siglo de oro de Estados Unidos.
Todo el mundo está levantándose gracias a la fuerza y el impulso de Estados Unidos, un nuevo Estados Unidos poderoso.
Estamos abordando los problemas que hemos heredado del pasado, estamos actuando de manera decidida, con rapidez, para modelar el escenario mundial, resolver problemas que nos habían plagado desde hacía demasiado tiempo.
Cada líder de esta sala sé que muchos de ustedes son grandes líderes, los conozco a todos muy bien.
Todos saben que tenemos muy poco tiempo para que este mundo sea más seguro, más próspero para nuestros pueblos, y por eso tenemos que aprovechar ese tiempo.
Como Presidente del país más extraordinario del mundo, no quiero que el peligro crezca ni un solo día más.
No quiero que los problemas se enconen, porque entonces solo se hace más difícil de resolver.
Mientras los demás hablan, yo he actuado.
Mientras los demás hablaban de paz, yo he hecho la paz.
Mientras que otros ignoraban las amenazas, yo las he enfrentado.
Mientras otros hablaban de valentía, Estados Unidos la ha demostrado.
Mientras otros prometían fuerza, yo la he usado para que Estados Unidos sea el país más poderoso del mundo.
Muchas naciones de este mundo nos ayudan a resolver problemas de retos, problemas desde hace muchos años.
Estamos resolviendo problemas pendientes desde hace muchos años.
No hay un mejor ejemplo de un peligro que había aumentado que el patrocinador número uno del terrorismo, la República Islámica del Irán.
Durante 51 años, el régimen fanático de Irán ha gobernado de manera sangrienta, asesinando, propagando caos y miedo en todo el Medio Oriente y más allá.
Eran los matones del Medio Oriente, pero ya no.
Desde el primer día en que entré al escenario político, he sido inquebrantable.
Nunca permitiré que Irán tenga un arma nuclear.
Desde que asumí mi cargo el año pasado, inmediatamente inicié negociaciones con Irán y les prometí cooperación económica para que terminaran con su programa nuclear y su apoyo al terrorismo, pero ellos dijeron que no, se negaron.
Fue un gran error.
Con la operación del martillo de medianoche, el ejército de Estados Unidos acabó con ese programa nuclear, lo dejó enterrado bajo montañas de escombros, y nuevamente se negaron a negociar.
Continuaron construyendo misiles y aumentando sus arsenales, aumentando la seguridad de todo el ejército de Estados Unidos en la región y de todos los países de la región.
Y tenían misiles y podían llegar a Europa, y estaban muy orgullosos.
Y espero que los europeos se den cuenta: su objetivo era llegar al final de su carrera y tener un arma nuclear detrás de ese escudo de misiles balísticos.
Hubieran podido propagar el terror en todo el mundo.
Cualquier tentativa de detenerlos habría desencadenado una guerra nuclear.
En Estados Unidos hemos conmemorado el 25.o aniversario del peor atentado terrorista del mundo, el 11 de septiembre, que mató a 3.000 personas a unos cuantos kilómetros de aquí.
Fue un día terrible.
Dentro de dos semanas conmemoraremos el tercer aniversario del ataque terrorista en Israel, que mató a 1.200 inocentes, incluyendo docenas de estadounidenses y muchos bebés, niños, hermosos niños.
El líder supremo de Irán lo celebró, dijo que había sido un favor para la humanidad.
El mismo régimen que masacró a 70.000 de sus ciudadanos este año.
10.000 fueron asesinados por protestar.
Imagínense, ese régimen vil si pudiera realizar atentados terroristas con un escudo nuclear.
Esa era la realidad que teníamos que enfrentar, una realidad que demasiados prefirieron ignorar, una realidad que muchos presidentes habían decidido ignorar.
No querían hacer nada, pero sabían que había un problema.
Le dimos oportunidades a Irán, pero yo tomé medidas para que ningún país tenga que enfrentar esa amenaza, ese problema catastrófico.
Como resultado de la operación Furia Épica, 150 de sus barcos están en el fondo del mar, su fuerza aérea está destruida, sus radares están destruidos, sus equipos antiaéreos están destruidos, su capacidad de fabricar drones está prácticamente destruida, su economía está hecha añicos.
Lo único que no está destruido es la inflación, que está acabando con ese país y que es de más del 300%.
Incluso después de acordar un cese al fuego para negociar, Irán lo destruyó atacando navíos civiles de otros países.
Quiero dar las gracias al Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas por votar una resolución que condenaba los atentados terroristas asquerosos de Irán contra los navíos mercantes.
Muchas gracias.
Esa resolución contó con cuatro patrocinadores de Estados miembros de las Naciones Unidas.
Ahora debemos estar unidos y mantener la presión.
La Marina de Estados Unidos ha escoltado más de 1.000 millones de barriles de petróleo.
Por el Estrecho de Ormuz ya está fluyendo más petróleo que desde el principio de la guerra.
22, 25, 30, 37 barcos sacamos todos los días y todas las noches.
Pero tenemos que tomar una decisión muy importante.
Haremos un trato con Irán que les permita reconstruir y crear un país más grande del que tenían antes, tal vez uno de los países más grandes del Medio Oriente o incluso del mundo, o los aniquilo, aniquilo la República Islámica del Irán rápidamente, para no darles la oportunidad de matar ni destruir a otros países.
Los llevo al infierno, sin posibilidad de supervivencia, sin esperanza de futuro durante varias generaciones.
O haremos un trato justo después de las elecciones, porque no tiene sentido que no lo hagan.
Ellos están esperando a ver cómo me va en las elecciones de mitad de período, pero no se dan cuenta de que yo no soy candidato.
Yo ya lo hice y gané en una avalancha.
Gané por mucho, y voy a estar aquí dos años y medio.
El Partido Republicano está gobernando y yo los voy a ayudar.
Pero yo no estoy en las elecciones, yo no soy candidato.
No le voy a dar ningún peso a las elecciones al momento de decidir.
Eso ni siquiera lo voy a tomar en cuenta.
Lo único importante es que Irán nunca tenga un arma nuclear.
Que los cobardes, los traidores.
Los cobardes y los traidores quieren decir que Estados Unidos no tiene municiones, pero eso no es verdad.
Tenemos más municiones de las que podríamos jamás utilizar y las estamos acumulando a niveles jamás vistos.
Estamos incrementando nuestros arsenales más rápido que nunca.
Arsenales muy avanzados.
Además, tenemos planes.
Vamos a abrir plantas de municiones.
Estamos construyendo 18 plantas con las mejores compañías de todo el mundo.
Algunas de ellas terminarán de construirse muy rápidamente.
Y esa construcción llevará a un despliegue muy rápido de misiles y municiones de todo tipo.
Y vamos a poder dárselos a nuestros aliados mucho más rápido que antes.
Y pido a todos los países que nos ayuden a aislar completamente a Irán desde el punto de vista económico, hasta que dejen atacar barcos, renuncien a sus aspiraciones nucleares y dejen de apoyar el terrorismo.
Este régimen terrorista está violando todas las leyes, no porque tienen confianza, sino porque tienen miedo, están desesperados.
Si estamos unidos, veremos a un mundo libre de esta amenaza de 51 años de terrorismo iraní y los precios de petróleo serán más bajos que antes del principio del conflicto.
Con valentía, todo es posible.
Pueden ocurrir grandes cambios muy rápidamente.
Hace un año, cuando hablé ante los líderes del mundo en esta sala, la guerra en Gaza continuaba.
Había rehenes en los túneles de Hamás y no se veía el fin.
Pero paralelamente a la Asamblea General, tomamos los primeros pasos para cambiarlo todo.
Después de unas cuantas semanas, terminamos con la guerra en Gaza, lanzamos miles de vidas, trajimos a sus hogares a todos los rehenes vivos y muertos, a todos y cada uno de ellos.
Gracias.
Todos pensaron que era un milagro que lo pudimos hacer y todos lo celebraban en las calles.
Quiero dar las gracias al Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas por haber apoyado unánimemente nuestro plan de paz de Gaza y por aprobar la Junta de Paz, que es un grupo de personas muy importantes.
Casi 30 países se han sumado a esta Junta de Paz que yo tengo el honor de presidir, gracias a estos países miembros que han contribuido con miles y miles de millones de dólares en asistencia.
Y eso va a reconstruir y a ayudar a Marruecos, Baréin, Qatar, Kuwait, Arabia Saudita, Turquía, Uzbekistán y muchos países más.
Ese dinero va a la fuente, a donde más falta hace.
Esos países han sido muy generosos.
Y otros también.
Cifras que nadie creería.
Porque no lo quieren ver.
Quieren ver que esta acción humanitaria se haga bien.
Gracias a los que han prometido policía, tropas, como Indonesia, Marruecos, Albania, Kosovo, Kazajstán, Egipto, Jordania y muchos más.
Desde que asumí mi cargo, he tenido el inmenso honor de acabar con ocho guerras.
Y me he hecho amigo de los líderes de muchos de estos países.
Ha sido un honor.
Muchas de estas guerras habían durado muchos años, incluso décadas, y yo lo pude resolver utilizando mis relaciones muy especiales que tengo: comercio, el uso de los aranceles y la amenaza de los aranceles, y muchas razones más, dependiendo de cada país.
Camboya, Tailandia, Kosovo y Serbia, la República Democrática del Congo y Ruanda, Pakistán y la India, Armenia y Azerbaiyán, y por supuesto la guerra en Gaza, que, como dije antes, incluyendo la devolución de todos los rehenes vivos y muertos.
Todos estos países me han escrito para darme las gracias.
El primer Ministro de Pakistán, un hombre magnífico, me dijo:" Donald Trump salvó 30 millones de vidas e incluso muchas más."
El Presidente de Azerbaiyán dijo:" El Presidente Trump en seis meses hizo un milagro, algo que nadie pensó era posible."
El primer Ministro de Armenia me dijo que ese éxito no habría sido posible sin el compromiso personal del Presidente Trump y su compromiso de paz.
El Presidente de Cambodia dijo:" El estadismo del Presidente Trump y su compromiso para resolver conflictos y prevenir guerras a través de su diplomacia visionaria quedó en evidencia al negociar un cese al fuego inmediato e incondicional.
Esta intervención oportuna evitó un conflicto destructor.
Fue vital para evitar una pérdida de vidas y preparó el terreno para restaurar la paz."
El Presidente de Ruanda dijo:" Cuando el Presidente Trump vio la oportunidad de contribuir a la paz, inmediatamente la aprovechó.
Este conflicto ha durado 32 años.
Millones y millones de personas habían muerto y lo resolvimos.
Habíamos hecho muchos esfuerzos de mediación, pero nadie había logrado resolver los problemas."
El Presidente Trump emitió una declaración que realmente ha traído paz y un espacio a través de un logro que pensamos que era imposible.
Estamos trabajando con los líderes de Rusia y de Ucrania.
Y eso también lo vamos a hacer.
Y va a ser antes de lo que la gente piensa.
25.000 jóvenes están muriendo todos los meses.
Yo he visto las fotos del campo de batalla y ya no quiero seguirlo viendo.
25.000 al mes de ambos bandos.
Además, Estados Unidos e Irán lo van a hacer.
Lo vamos a resolver, sea como sea.
Lo vamos a hacer rápido.
Ha pasado mucho desde que nos reunimos aquí hace un año.
En enero, por mi iniciativa, el ejército de Estados Unidos realizó una operación militar enorme, penetrando profundamente en la capital de Venezuela, Caracas.
Incursionamos una base militar que estaba muy protegida, que supuestamente estaba a prueba de cualquier ataque.
Y detuvimos a un criminal, a un dictador, Nicolás Maduro.
Y desde ese día, cientos de prisioneros políticos venezolanos han sido liberados.
Estamos trabajando con los líderes de Venezuela para crear un futuro mejor para el pueblo de Venezuela.
El mes pasado firmamos el mayor acuerdo petrolero de la historia, 65.000 millones de barriles de petróleo.
Eso va a beneficiar a Venezuela y a Estados Unidos y va a ayudar a reducir el precio de la energía en todo el mundo.
Y eso ya está empezando a hacerse sentir.
Las mayores compañías petroleras ya están entrando y las cifras son realmente increíbles.
Y cuando combinamos Estados Unidos y Venezuela, eso representa más del 60% del petróleo de todo el mundo.
Tal vez este es el mayor trato jamás firmado.
El vencedor se lo lleva todo.
Nuestras acciones en Venezuela demuestran que Estados Unidos no permitirá que haya ninguna amenaza contra Estados Unidos en ningún lugar del hemisferio occidental.
Y si es necesario, utilizaremos nuestro poderío militar para responder.
Venezuela tenía el mejor equipo del mundo, pero no funcionó.
Ni siquiera llegó cerca de funcionar.
Se había permitido que hubiera bandas que dominaban estas regiones, carteles de drogas que desestabilizaban la región.
Estaban infiltradas por adversarios extranjeros hostiles, locos, dementes.
Pero ya no.
Estamos haciendo sentir el poderío del ejército de los Estados Unidos cuando es necesario, en nuestra región y en el resto del mundo, para crear un futuro más seguro para todos.
Está pasando y está pasando muy rápido.
Desde que asumí mi cargo, yo designé a los carteles de drogas como organizaciones terroristas.
Y el ejército de Estados Unidos recibió la orden de eliminarlos.
Los carteles de drogas son el ejército islámico del hemisferio occidental.
Son enemigos de la civilización.
Utilizan la extorsión y el asesinato como instrumentos de terror.
Como el ejército islámico deben ser asesinados, exilados o detenidos como combatientes extranjeros, sin posibilidad de que vuelvan a tener la libertad.
Estados Unidos ha realizado docenas de ataques contra navíos de drogas.
Ha destruido un gran porcentaje de las drogas que venían por el mar.
Han desaparecido rápidamente.
Hemos reducido esto en un 97%.
Nadie pensó que fuera posible.
Hace tres meses acabamos con el tren de Aragua.
México es el epicentro de la violencia de los carteles.
Desafortunadamente, esto es inaceptable.
Que Estados Unidos comparta una frontera de 2.000 millas con un territorio controlado por los carteles de drogas.
México debe volver a controlar su territorio.
Mi gobierno busca un cambio fundamental en la situación en Cuba, donde el régimen comunista está bajo enorme presión, la mayor presión que jamás han sufrido.
Es un estado fallido, un estado fracasado.
He fracasado como nunca antes y va a caer.
Marco Rubio está manejando las negociaciones.
Está negociando con Cuba.
Vamos a ver qué pasa.
No vamos a permitir que haya un refugio para que los adversarios ataquen a Estados Unidos en nuestra puerta.
El régimen de Cuba ha estado coordinando con los radicales de izquierda, con los comunistas radicales de Estados Unidos.
Como ha revelado nuestro Departamento de Estado, tienen lazos con grupos radicales como el Partido Comunista de los Estados Unidos, Antifa y los demócratas socialistas estúpidos.
No vendrán a Estados Unidos.
La libertad vendrá a Cuba y la seguridad vendrá a México.
Tenemos una relación muy buena con el gobierno de México.
Hemos avanzado mucho con México.
Ellos no quieren a los carteles allí.
Y cuando llegue ese día, la región será más segura, un lugar más hermoso donde se puede vivir y prosperar.
Como anuncié hace unos días, Estados Unidos también ha firmado un acuerdo sin precedentes sobre la frontera norte sobre Groenlandia.
Es acuerdo que suscribimos con el Reino de Dinamarca, un país hermoso e increíble.
Y el pueblo de Groenlandia da a Estados Unidos control permanente sobre la seguridad de todo su territorio.
Tendremos la capacidad de hacer lo que sea necesario para defender el continente americano, Europa y todos los demás lugares.
Ningún adversario de Estados Unidos podrá tener una presencia militar en Groenlandia ni hacer inversiones en Groenlandia sin nuestra aprobación expresa.
Vamos a iniciar el proceso de tener una enorme presencia militar en los lugares adecuados.
Vamos a construir dos bases militares.
Este acuerdo será firmado hoy.
Y yo espero trabajar con el maravilloso pueblo de Dinamarca y de Groenlandia.
Ha sido una experiencia realmente increíble.
Hemos creado un lazo, ampliado la huella de Estados Unidos en el Ártico y en el Atlántico Norte.
También protegerá a Europa y protegerá a Estados Unidos.
Y mejorará mucho a la OTAN.
Aquí está el líder de la OTAN, Mark Rutte, que es un gran líder.
La OTAN ahora es más fuerte que nunca.
Está haciendo cosas que nadie pensó que pudieran hacer.
Han aumentado el 5% su gasto militar.
Eso le dará mucha más protección.
Queremos acabar con la guerra desastrosa entre Rusia y Ucrania, que, como he dicho, mata a miles y miles de personas todos los meses.
En honor del senador Lindsey Graham, firmamos un acuerdo que me da enorme autoridad arancelaria y, si es necesario, la utilizaré en ese momento de detener la matanza.
También quiero reconocer la labor de nuestra primera dama, que garantizó la devolución de muchos niños ucranianos desplazados.
Muchas gracias a la primera dama.
¿ Dónde está la primera dama?
She's around here someplace.
Can you imagine?
I can't see the first lady.
No la veo.
Thank you very much, first lady.
Gracias a la primera dama.
Trabaja mucho.
Es la primera dama en la historia que presidió una reunión del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas.
Lo hizo muy bien.
Y hoy tiene una reunión sobre el futuro, una reunión con 60 miembros para mejorar la vida de los jóvenes en todo el mundo.
Muchas gracias, Melania.
Led by Ambassador Michael Waltz here at the United Nations.
Con el embajador Mike Waltz aquí en las Naciones Unidas, trabajamos con muchos de los países en esta sala para realizar las reformas más amplias de la historia.
Hemos reducido el presupuesto en un 15% del presupuesto de las Naciones Unidas.
Hemos eliminado más de 4.000 puestos de la burocracia de las Naciones Unidas.
Las Naciones Unidas tienen mucho potencial, pero tenemos que dejar de imponer agendas de izquierda, agendas de burócratas que nadie eligió.
Mi gobierno tuvo que intervenir para impedir que la Organización Marítima Internacional impusiera un impuesto al carbono, que aumentaría los costos del transporte hasta un 20%.
No somos un gobierno mundial y, mientras yo sea Presidente, no habrá impuestos mundiales.
Estados Unidos se opone a estas maniobras que escapan a todo control.
Muchas gracias.
Estados Unidos se opone a la institución que no tiene ningún control, la Corte Penal Internacional.
No permitiremos que ningún soldado de Estados Unidos sea investigado o enjuiciado por tribunales que no tienen jurisdicción sobre nosotros.
Son un grupo de gente malvada.
Pido a todos los países que son miembros de la CPI que renuncien de esta institución fracasada.
Es inaceptable que, con todas las atrocidades que ocurran en el mundo, los funcionarios de derechos humanos de las Naciones Unidas critiquen a Estados Unidos por proteger a nuestros hijos de la mutilación de género y la locura del transexualismo y por aplicar leyes de inmigración.
Lo que hacen es increíble.
Mutilación transexual de nuestros hijos.
Son los hipócritas del Consejo de Derechos Humanos.
No hablan de la persecución contra los cristianos en todo el mundo.
Nunca pensé que lo llegaría a decir, pero sucede desde hace mucho tiempo.
Hay una persecución contra los cristianos.
Es un crimen.
Los regímenes más represivos, pero quieren que Estados Unidos abra las fronteras a los criminales de los lugares más peligrosos del mundo.
Quieren que vengan estas personas peligrosas.
Ya no lo vamos a hacer.
Antes lo hacíamos, pero ahora ya no.
Es irónico que las Naciones Unidas tengan una institución, la UNESCO, dedicada a proteger el patrimonio cultural, pero promueven la migración masiva.
Están destruyendo las culturas más grandes y el patrimonio histórico.
No hay ningún derecho legal a la inmigración ilegal, pero hay un derecho a ser un país soberano.
Queremos seguir siendo un país soberano.
Estados Unidos luchará contra cualquier tentativa para construir un esquema globalista en materia de inteligencia artificial.
Se habla de una superinteligencia y el uso de la palabra artificial hace que suene como algo falso, pero no es algo falso.
Es algo sorprendente, pero tenemos que tener cuidado.
The opposite.
Lo cierto es que es realmente lo contrario de lo que supuestamente dicen.
A partir de ahora, todos los documentos de Estados Unidos van a cambiarse para que figure ese término mucho más apropiado.
Nada de inteligencia artificial.
Va a ser super, la superinteligencia.
Así que bienvenidos al nuevo mundo de la superinteligencia-IA.
¿ Qué les parece?
¿ Qué les parece?
Suena mejor, ¿ verdad?
Y además es más preciso.
A ver si tengo algún poder y lo consigo.
Igual sí, igual no.
Superinteligencia.
Cada nueva tecnología entraña retos y la superinteligencia no está ajena a ellos.
Pero precisamente los mismos que anunciaron la calamidad y que dijeron que íbamos a morir por el cambio climático, y ahora resulta ¿ Recuerdan cuando el planeta se estaba enfriando y ahora se está calentando y son los mismos que anuncian calamidades que dicen que vamos a morir por la inteligencia artificial?
Son las mismas personas.
Son los mismos que se inventaron lo de los conflictos Rusia, Rusia, Rusia, Ucrania, los conflictos transfronterizos.
¿ Recuerdan lo que les digo?
Quien gane la carrera de la SI, de la superinteligencia, va a ganar.
Esos son los que van a ganar de verdad.
Y nosotros, desde luego, estamos superando a China con creces.
Vamos a seguir así.
Vamos a seguir con rumbo firme.
No voy a asfixiar yo en absoluto el crecimiento de algo que va a superar la Revolución Industrial.
Hay quien dice que esto va a ser mayor que la propia Revolución Industrial o la Revolución de Internet.
Así que quiero andarme con mucho cuidado.
Por eso me he servido también del Departamento de Justicia para seguir adelante con otros órganos también del orden público que me van a ayudar en mi misión.
Y no solo vamos a alentar a la superinteligencia, la vamos a fomentar, eso sí, supervisada por el Departamento de Justicia, pero no le vamos a poner freno.
Estados Unidos lidera el mundo en superinteligencia.
Lo va a seguir haciendo con seguridad y con responsabilidad.
Estados Unidos nunca ha sido un país que se eche para atrás de la primera línea de la vanguardia.
Nunca lo hemos hecho, por muy estremecedor que fuera el desafío.
No lo vamos a hacer después de 250 años de nación.
Jamás vamos a arrojar la toalla.
De hecho, fue aquí, en Nueva York, cuando George Washington leyó la Declaración de Independencia en 1776.
Mientras escucharon esas palabras sagradas por primera vez, los patriotas vieron la invasión británica en la bahía de Nueva York con 100 embarcaciones o más que habían llegado para aplastar la rebelión y centenares de soldados que desembarcaron de esas embarcaciones.
No teníamos ni una sola oportunidad y, sin embargo, ganamos.
Por eso seguimos creyendo en que la clave está en tener la voluntad y la determinación.
Y ahora nos reunimos en la misma ciudad, 250 años después, para tratar de los mayores retos de nuestra era.
Y son retos para todos y cada uno de nosotros.
Tenemos que seguir adelante firmes frente al enemigo de toda la humanidad y rechazar las voces plañideras.
Si no escamoteamos nuestras responsabilidades y tomamos medidas audaces, entonces sí que haremos que este mundo sea un mundo más seguro y un mundo mejor.
Nuestras naciones serán más seguras, más firmes, nuestras economías más sólidas, más prósperas.
Y ya no solo vamos a hablar de paz, prosperidad y justicia aquí en las Naciones Unidas, sino que lo vamos a defender en todo el mundo.
Juntos vamos a forjar un futuro para nuestros pueblos que sea más halagüeño, más esperanzador, magnífico, mucho más que antes.
Nada más.
Gracias a todos.
Que Dios bendiga a las naciones del mundo y a Estados Unidos.
En nombre de la Asamblea, quiero dar las gracias al Presidente de Estados Unidos.
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