A executiva nacional do PT decidiu instalar uma comissão especial para analisar os 4 pedidos de comissão de ética contra Quaquá.
Foi uma decisão inusitada. O normal seria aprovar ou rejeitar a admissibilidade dos 4 pedidos. Foi o que defendeu uma única integrante da CEN. O restante da instância escolheu o inusitado.
Se entendi direito, o motivo seria preservar o Partido do desgaste. Mas esqueceram de combinar com Quaquá.
Logo depois da reunião da CEN, apareceu um quinto pedido, feito por alguém que Quaquá atacou em um vídeo difundido em suas redes.
Mas não parou por aí. A imprensa teve acesso a composição de tal comissão, noticiou e foi atrás de Quaquá, que respondeu como é do seu feitio educado e polido, como pode ser visto aqui:
Moral da história, na minha opinião: ou o Partido pune Quaquá ou ele seguirá escalando, até que um dia tropece nos seus próprios feitos. Mas se for essa a alternativa, pagaremos um preço alto por não ter feito nada enquanto era tempo.
As instâncias deveriam funcionar sem organismos ad hoc.
ResponderExcluirNão se trata de nada grave, mas só um pouco ... chato.
Nas escolas públicas disseminou-se uma prática de mediação com base na CNB de Rosenberg.
Se o PT fosse por hipótese uma escola, VP e WQ expressaram seus sentimentos e necessidades e estabeleceram um vínculo e diálogo.
Acho o centro da questão são preconceitos que ambos tem do outro originados da história, geografia, economia e visão de mundo.
Há evidente distancia social, que se me lembro bem foi descrito no livro do brizolista Darcy Ribeiro...
Achei na p. 159 de O POVO BRASILEIRO.
PAZ ENTRE NÓS E GUERRA AOS SENHORES!
CNV Comunicação Não Violenta
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