sexta-feira, 18 de setembro de 2026

A falta que um presidente faz

O que segue abaixo é um texto ficcional.

Qualquer semelhança com a realidade não passa de mera coincidência.

Ano passado, houve uma “guerra civil” na maior tendência de um determinado partido político. 

Em jogo, entre outras coisas, quem seria o candidato deles à presidência de sua direção nacional.

O desfecho da “guerra civil” foi um aparente acordo, donde a escolha “unânime” do candidato à presidência respaldado pela principal liderança do Partido. 

Na época, alguém disse que o escolhido “nunca seria presidente do Partido”.

Acontece que, na eleição interna do tal Partido, o tal escolhido foi consagrado por uma maioria esmagadura.

Muitos meses depois, hoje é público que parte dos que apoiaram - com gosto ou contragosto - o escolhido, agora entenderam a citada previsão.

Afinal, uma coisa é vencer uma eleição interna. 

Outra coisa é presidir efetivamente o Partido, especialmente no meio de uma batalha titânica.

O Partido precisava de uma presidência efetiva, mas o disponível é algo difícil de classificar com palavras gentis.

Apesar disso, a vitória virá!

Venceremos, apesar dos pesares, inclusive da falta de material de campanha.

E apesar, também, da confusão causada pelos que tentam ocupar o vácuo de liderança deixado pela falta de uma presidência efetiva.

Desses ocupadores de vácuo, ganha destaque - pelo histrionismo de pregador - o cidadão que aparece no vídeo abaixo.

https://youtube.com/shorts/LkCk0cGGA6s?si=ituHWnXCoU3Px0Mx

Sorte aos que aceitarem ser “soldados” da empreitada desse autoproclamado comandante, que parece ter menos dinheiro, mas pelo menos tem mais “molho” do que o protagonista da campanha de deputado abaixo mencionada:

https://www.instagram.com/reel/DdZEK3XRTLP/?stkn=aG4yZndlbHY2aHBs

Seja como for, cabe de tudo na marcha que levará à uma vitória suada, no segundo turno.

Mas o que virá depois da vitória não será uma calmaria, mas novas tempestades, onde seguirá sendo necessária uma direção de verdade.

Felizmente, tudo o que foi dito acima é ficção, sendo qualquer semelhança com a realidade uma mera coincidência.

Um comentário:

  1. “O desfecho da “guerra civil” foi um aparente acordo, donde a escolha “unânime” do candidato à presidência respaldado pela principal liderança do Partido.”

    Faz tempo, é assim que a banda toca no PT: Lula locuta, causa finita.

    (Jucemir Rodrigues da Silva)

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