O que segue abaixo é um texto ficcional.
Qualquer semelhança com a realidade não passa de mera coincidência.
Ano passado, houve uma “guerra civil” na maior tendência de um determinado partido político.
Em jogo, entre outras coisas, quem seria o candidato deles à presidência de sua direção nacional.
O desfecho da “guerra civil” foi um aparente acordo, donde a escolha “unânime” do candidato à presidência respaldado pela principal liderança do Partido.
Na época, alguém disse que o escolhido “nunca seria presidente do Partido”.
Acontece que, na eleição interna do tal Partido, o tal escolhido foi consagrado por uma maioria esmagadura.
Muitos meses depois, hoje é público que parte dos que apoiaram - com gosto ou contragosto - o escolhido, agora entenderam a citada previsão.
Afinal, uma coisa é vencer uma eleição interna.
Outra coisa é presidir efetivamente o Partido, especialmente no meio de uma batalha titânica.
O Partido precisava de uma presidência efetiva, mas o disponível é algo difícil de classificar com palavras gentis.
Apesar disso, a vitória virá!
Venceremos, apesar dos pesares, inclusive da falta de material de campanha.
E apesar, também, da confusão causada pelos que tentam ocupar o vácuo de liderança deixado pela falta de uma presidência efetiva.
Desses ocupadores de vácuo, ganha destaque - pelo histrionismo de pregador - o cidadão que aparece no vídeo abaixo.
https://youtube.com/shorts/LkCk0cGGA6s?si=ituHWnXCoU3Px0Mx
Sorte aos que aceitarem ser “soldados” da empreitada desse autoproclamado comandante, que parece ter menos dinheiro, mas pelo menos tem mais “molho” do que o protagonista da campanha de deputado abaixo mencionada:
https://www.instagram.com/reel/DdZEK3XRTLP/?stkn=aG4yZndlbHY2aHBs
Seja como for, cabe de tudo na marcha que levará à uma vitória suada, no segundo turno.
Mas o que virá depois da vitória não será uma calmaria, mas novas tempestades, onde seguirá sendo necessária uma direção de verdade.
Felizmente, tudo o que foi dito acima é ficção, sendo qualquer semelhança com a realidade uma mera coincidência.
“O desfecho da “guerra civil” foi um aparente acordo, donde a escolha “unânime” do candidato à presidência respaldado pela principal liderança do Partido.”
ResponderExcluirFaz tempo, é assim que a banda toca no PT: Lula locuta, causa finita.
(Jucemir Rodrigues da Silva)